No mercado globalizado, dinâmico, na busca incessante por bons e lucrativos negócios, as notícias fluem com facilidade e percorrem todo o globo terrestre em questão de segundos. São fontes inesgotáveis de informações que brotam de todos os cantos, sendo pulverizadas e distribuídas rapidamente para servir os mais variados propósitos e, aquele que está na busca das mesmas, tem que se apressar, pois, caso contrário terá um conhecimento já superado, perdendo competitividade.
No mundo empresarial, fortunas são construídas ou dilapidadas em questão de poucos segundos, em decorrência dos pregões das Bolsas de Valores. Não são raros os casos em que isto acontece.
É necessário ter sempre uma postura de vanguarda. Lembre-se: os negócios de amanhã não esperam o hoje. Eles se concretizam no ontem através do planejamento realizado pelo seu concorrente. Assim, se você deixou para fazer hoje o que poderia (e deveria) ter feito ontem, perdeu a oportunidade.
Uma grande parcela das notícias empresariais circula através do mundo virtual, porém as negociações fazem parte do mundo real. Se quisermos ser bem sucedidos, temos que aprender a lidar com estas questões tirando proveito das mesmas.
A cada segundo, temos à disposição uma infinidade de oportunidades de negócios. Mercados e consumidores que jamais sonhamos estão bem ali na nossa frente, basta um simples toque no mouse que imediatamente eles estão interagindo conosco. Querem comprar, vender, trocar, permutar, consultar, buscar parceiros, investir ou buscar investidores, ou simplesmente, querem compartilhar informações. Estamos preparados para isto? Vamos corresponder à altura? Com que velocidade, competitividade e qualidade?
Talvez seja preciso rever conceitos e nos prepararmos para estas mudanças de paradigmas. Os concorrentes não são mais os mesmos e nem tampouco são visíveis.
Não basta mais efetuar pequenas ou grandes reformas no prédio onde está instalada a empresa; não basta contratar consultor e mascarar números e situações para que o mesmo jamais consiga identificar as reais deficiências; não basta mandar funcionários para capacitações sem que eles possam aplicar o que aprenderam; não basta investir em propaganda para atrair consumidores, pois, se existem problemas estruturais na empresa, a publicidade terá efeito contrário; não basta informatizar e interligar os equipamentos em rede, implantar sistemas fantásticos se os dados que alimentam este sistema não são consistentes; enfim, de nada adianta os paliativos onde os consumidores sentem que estão sendo enganados.
Está na hora de imprimirmos em nosso dia-a-dia o mesmo ritmo e a mesma velocidade com que nos chegam às informações. Saibamos filtrá-las e delas fazermos uso.
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